Gelados artesanais de chorar por mais

Se for para Oeste da ilha da Madeira, onde estão as praias convidativas e as vilas pitorescas, pare na marginal da Ponta do Sol e prove um gelado artesanal na bicicleta “Baloo”.

Estive lá esta semana e perdi-me entre os sabores caseiros que o João Gomes apresenta a quem passa e não resiste a parar na sua sua tentadora banca. Frutos silvestres, manga da Fajã dos Padres, maracujá da Calheta, não resista a esta tentação servida em copo ou nos sempre apetecíveis cones de bolacha.

O João é um embaixador nato das frutas que se fazem na Madeira, ou não explicasse a origem de todos os sabores que ali existem aos insistentes e indecisos clientes que se aproximam da fachada do Hotel da Vila, onde foi acolhido depois de ter sido convidado a sair do local onde estava, no outro extremo da marginal.

João espalha cadeiras pelo local para que os clientes se sintam bem, senta-se e troca dois dedos de conversa, serve história e cultura em forma de palavras a acompanhar os gelados com mais de 65% de fruta. Vale a pena. Há quem vá de propósito à Ponta do Sol saborear os seus gelados artesanais. E a viagem não fica perdida, Perdida fiquei eu a meio de tantas suculentas propostas “made in Madeira”.

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